
Eu bem queria ser moralmente nobre.
Percebi que sou mais mesquinho
do que essa própria pretensão.
Nem eu mesmo me dou razão.
Eu: sem graça e tão sozinho!
Eu: descrente e de alma pobre!
Um espaço que substitui minha gaveta, outrora destino de singelos pensamentos e sentimentos traduzidos em escrita, que percebi não serem exclusivamente meus. Os sentimentos foram roubados dos seres humanos, e os pensamentos vieram de fora da cabeça para serem lapidados, ou mesmo editados... Para fora dela os devolvo então.
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